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sábado, 13 de junho de 2009

Quadros Interactivos



Um Quadro Interactivo apresenta-se como um recurso e estratégia pedagógica relativamente inovador que está, sem dúvida alguma, a substituir totalmente os quadros negros na instituição escolar. Trata-se de uma superfície que reconhece a escrita electrónicamente e que necessita de um computador para funcionar. Assim, funcionam como um ecran de computador gigante, ao projectar-se a imagem do computador para o quadro, através de um projector externo. O computador pode, inclusive, ser controlado pelo quadro interactivo uma vez que existem sensores no quadro que, quando activados em diferentes locais, atraem o cursor do rato para esses mesmos locais.
Deste modo, o quadro interactivo pode ser utilizado nas Escola, substitutuindo os tradicionais quadros pretos, de modo a proporcionar aos alunos a visualização de software educativo, sites, etc., numa tentativa de tornar o processo pedagógico de ensino e aprendizagem mais interactivo. O Quadro Interactivo também permite aos alunos a possibilidade de resolver inúmeras tarefas e problemas no quadro, demonstrando, assim, o seu conhecimento numa matéria específica e, ainda, permitindo ao professor guardar material didáctico criado por eles próprios, para que possa, mais tarde, ser utilizado pelos alunos.

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Windows Movie Maker: o que é? Exemplo de um video elaborado neste software.

O Windows Movie Maker é um software de edição de vídeos compilado juntamente com a instalação do Windows. É um programa simples e de fácil utilização, o que permite que pessoas sem muita experiência em informática possam adicionar efeitos de transição, textos personalizados e áudio nos seus filmes.
Este editor de vídeo permite fazer, editar e desenvolver filmes caseiros, permitindo que os utilizadores criem efeitos nos seus videos além de poderem adicionar musicas a apresentações e efeitos, etc.
O Windows Movie Maker mostra-se, deste modo, como uma ferramenta bastante útil não só para os alunos, como para os próprios professores na sua actividade profissional, enquanto estratégia pedagógica.

Este vídeo procura, de forma muito sintética, demonstrar as vantagens e benefícios da utilização das novas tecnologias, nomeadamente as tecnologias educativas no processo de ensino. Isto, devido a uma evolução tecnológica cada vez mais acelerada que se verifica em toda a nossa sociedade, e de que as gerações mais novas usufruem. É um facto incontestável que as novas tecnologias estão completamente inseridas no nosso dia-a-dia. E, portanto, também na Escola.
Concluindo, a mensagem principal que este vídeo tenta passar é a de que é necessária uma renovação escolar no processo de ensino, de forma a permitir que a Escola acompanhe o progresso da sociedade.

sábado, 28 de março de 2009

Projectos Nacionais das TIC na Educação Não Superior

O primeiro grande projecto nacional que teve como objectivo a inclusão das TIC no ensino não superior foi designado de projecto MINERVA. Este, tinha como objectivos específicos: i) a inclusão do ensino das tecnologias da informação nos planos curriculares; ii) o uso das tecnologias da informação como meios auxiliares de ensino das disciplinas escolares; iii) a formação de orientadores, formadores e professores.
É possível analisar este projecto através de três fases distintas:
Uma primeira fase (1985-1988), denominada fase piloto, teve como objectivo lançar a proponente inicial do projecto, sendo que tiveram lugar o primeiro e segundo Encontro Nacional do Projecto MINERVA;
Numa segunda fase (1988-1992), a fase operacional, assistiu-se a uma multiplicação do número de escolas envolvidas, bem como ao aparecimento de projectos “concorrentes” como o projecto IVA e o projecto de reforço de equipamento das escolas. Teve, também, lugar o terceiro Encontro Nacional do Projecto Minerva;
Numa terceira fase (1992-1994), a fase de encerramento, devido a necessidades de contenção orçamental, criou-se um conflito entre as necessidades do projecto, com as políticas de diminuição dos destacamentos e das reduções de componentes lectivas. Surgiu, também, o projecto FORJA, absorvendo a maior parte dos recursos financeiros na formação em tecnologias.
Outro projecto nacional, promovido pelo Ministério da Ciência e Tecnologia, com o objectivo da inclusão das TIC no ensino foi apelidado de Programa Internet na Escola (1997-2003). Este, tinha como finalidade a colocação de um computador com ligação à Internet em todas as escolas do ensino básico e secundário.
Assim, numa primeira fase, concluída no próprio ano em que foi lançada a iniciativa Internet na Escola, foram ligadas à Internet todas as escolas do ensino público e privado do 5º ao 12º ano e algumas escolas do 1º ciclo. Em meados de 2001 estavam ligadas 7135 escolas do 1º ciclo. Consequentemente, criou-se a uARTE - Unidade de Apoio à Rede Telemática Educativa - com a tarefa de assegurar o acompanhamento do programa Internet na Escola, promovendo: a produção de conteúdos científicos e tecnológicos a disponibilizar na Rede; o desenvolvimento de actividades telemáticas nas escolas; formas de interacção e parceria entre os vários parceiros educativos.